segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Litoral paulista de fio a pavio - Final

De Ubatuba-SP a Ilha Grande-RJ, passando por Paraty, Mambucaba e Angra dos Reis.

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Olás,

Depois de uma noite bem dormida naquele chalé aconchegante, acordei numa boa e muito bem disposto. Era bem cedo e como eu não queria parar na beira da estrada, acendi o fogareiro e preparei um delicioso café com leite. Gosto de acampar quando estou  cicloviajando, mas há momentos em que uma cama pesa bastante na escolha entre o Camping e um quarto aconchegante, com uma TV para distrair.



Entreguei a chave na portaria do Camping e saí pedalando em direção á Paraty-RJ, onde pretendia ficar num Camping.
O trecho da BR - 101 que vai de Ubatuba a Paraty tem paisagens maravilhosas, com algumas cachoeiras e o mar todo escancarado á direita.  Tem momentos que é tanta água, que some no infinito. Uma visão maravilhosa!





Á frente uma estrada excelente para se pedalar e á esquerda a beleza das montanhas com seus contornos suaves e delicados. O aroma então!... Sabem aquele cheiro da manhã, do verde, do mar e até da alma da gente quando se está de bem com a vida? Esse é o aroma que invadia as minhas narinas, naquela manhã.








Já começam a aparecer as placas mencionando 
Angra dos Reis-RJ.




Ao longe o mar azul...




Ao lado as bicas d'água que refrescam o ambiente, 
tornando o pedal mais agradável ainda.




Neste trecho há subidas longas, mas não tão íngremes. Nessas subidas o acostamento se torna terceira faixa, sendo mais prudente pedalar na contra-mão. Há muitas curvas e os caminhões trafegam na extrema direita, dando lugar aos veículos mais leves que os ultrapassam.




 Olha o Antigão aí, todo feliz mostrando o marzão que o Papai do Céu nos deu!






Este mirante fica atrás de um Posto da Polícia Rodoviária Federal. Excelente lugar para parar e descansar um pouco, ou tomar um lanche, admirando a vista que é maravilhosa.





Cachoeira é o que não falta!






Pena que os fios elétricos passem do lado direito, poluindo um pouco as fotos tiradas.









Só 28 para a divisa? Que bom, já estou com fome!




A água fresca e límpida corre pelos paredões monolíticos.




Mais e mais belos mares.






A montanha e as nuvens se uniram para formar 
um pseudo vulcão em erupção.








A natureza é tão persistente que esta árvore achou uma beirinha entre as pedras para formar suas raízes.




Opa, cheguei próximo á divisa de Estados e com isso à lanchonete que serve um apetitoso lanche de calabresa na brasa, com molho de vinagrete. Fica há mais ou menos 1 Km da divisa, no meio de uma longa subida. Esse local se chama Cachoeira da Escada.


Cachoeira da Escada, próximo á divisa de Estados 
Rio de Janeiro e São Paulo.










A lanchonete. Quem me atendeu foi a Fernanda. 
Seu pai estava no restaurante em Ubatuba.




Que legal, daqui para a frente vou pedalar no Rio de Janeiro!






A emoção de sair de Cananeia-SP e chegar 
até aqui já é muito forte.



No Estado do Rio percebi que o acostamento é bem mais lisinho, muito melhor para pedalar. Em São Paulo o acostamento é rugoso e incomoda um pouco. Ademais, o DNIT está restaurando toda a BR - 101 no Estado do Rio, portanto esta tudo novo e tem muitos trechos em obras. Creio que na temporada de férias já esteja tudo pronto. Interessante comentar que no trecho de São Paulo praticamente não vi radares, mas no Estado do Rio a BR - 101 tem radares de montão!

Trecho bom...



Trecho em obras.




Pista nova, ainda sem sinalização.




Logo que passa a divisa de Estados, começa uma descida que vai até a entrada para Trindade, Vila pertencente a Paraty-RJ, muito procurada por turistas de um modo geral.
Depois é praticamente tudo plano até Paraty-RJ.




Cheguei em Paraty! Peguei a avenida central, depois a ciclovia e fui direto para a Praia do Pontal, pois queria ver como estava o Camping do CCB. Se estivesse bom eu ficaria por lá, senão iria pegar a estrada de Cunha e ficar em outro Camping.




Cheguei no CCB e o Camping estava bem melhorado e... lotado!!! Trailers de montão e umas poucas barracas. Como se trata de um Camping "pé na areia", barato e estava bom, fiquei por ali mesmo.








Logo que cheguei ao Camping notei duas bikes encostadas numa árvore ao fundo. Logo um jovem todo sorridente veio ao meu encontro e disse:
- O Sr. é o Antigão, né?
- Respondi afirmativamente e ele disse que já estavam a minha espera, pois o Nino Coutinho - outro amigo cicloturista - passara por lá e os avisara que eu estava a caminho de Paraty. Assim, tive o imenso prazer de conhecer o casal de cicloturistas, Felipe e Pamella. Eles estão com um projeto lindo de pedalar pela América do Sul, cruzando 7 países. Veja mais em:

Eu com Felipe e Pamella.


Casa montada, que tal dar uma olhada na Praia?






A noite em Paraty.











A noite estava agradabilíssima, com uma temperatura amena, típica de veranico no inverno brasileiro. A cidade estava cheia de turistas de todas as partes do mundo!

Se a noite estava linda, o dia seguinte amanheceu supimpa! Deixa eu aproveitar essa bela manhã para tirar algumas fotos.

É manhã na Praia do Pontal.





















Paraglider.




Mesmo na calçada do Camping os pássaros fazem o seu ninho. Até eles preferem o ninho "pé na areia".




Olha o sombra aí gente!




A Praia do Pontal é pequena mas muito charmosa.






Confesso que nem lembro quantos dias fiquei em Paraty. Creio que dois dias, mas se pudesse ficaria muitos mais! Na noite anterior a minha partida, juntamos as nossas comidas. A Pamella, o Felipe e eu jantamos todos juntos e batemos muitos papos. Trocamos muitas dicas sobre nossas bikes estradeiras, fiquei muito feliz em tê-los encontrado.


Dormi bem, mesmo estando na barraca. Dessa vez não levei o colchão inflável para fazer um teste. Mas, reconheço que ele me fez muita falta. É muito mais confortável dormir no colchão inflável do que no colchonete fininho. Nas próximas cicloviagens voltarei a levar o inflável e abolirei o colchonete. É certo que o inflável é mais pesado, mas posso diminuir o peso de outras coisas para equilibrar.

Levantei cedo, desmontei tudo, despedi-me dos amigos Pamella e Felipe e caí na estrada novamente. Agora com destino a Mambucaba.  Esse trecho de estrada em direção ao Rio eu não conhecia. O relevo é tranquilo sem oferecer grandes subidas.









Trecho com acostamento ruím.




O sombra tá achando bão!






São muitos lugares lindos, praias maravilhosas, dá vontade de fotografar tudo, mas mesmo assim não seria possível traduzir tanta beleza natural! Até a cor da água é diferente.












O céu estava demais!










Será que tem fim esse estradão? Parece que não, né?






Cheguei em Mambucaba, ou seja, Vila histórica de Mambucaba. Cheguei até a contatar o Nino Coutinho via SMS pois não achava o Camping, que fica no final de uma rua bem estreita. Por fim acabei por encontrá-lo.




Era cedo ainda. Montei minha "casa" e saí  para conhecer a praia. 

Neste Camping encontrei uma família de argentinos que viajavam de carro pelo Brasil. Traziam consigo uma jovem alemã, que também queria conhecer o Brasil. Eles iriam em direção a Ilha Grande também. Com eles estava o Marcão, que os guiava. Fizemos uma breve amizade e  como ele também mora num camping em Ilha Grande, me indicou o Alfa Camping para ficar na Ilha. 
Realmente o Nino me dissera que o Camping do Bicão, onde eu pretendia ficar e até indicara ao Nino, coitado, não era grande coisa e que por lá exalava um mal cheiro, proveniente de água de esgoto. Eca!!!
Depois, já na Ilha, fui conhecer o Camping e realmente constatei que não era legal não!


Camping em Mambucaba. Pequeno mas aconchegante.




Praia em Mambucaba. 




Casarões antigos em Mambucaba.






Este Prêmio, com placas da Argentina, tem motor a diesel. É fabricado no Brasil, mas os brasileiros não podem ter um, pois a legislação brasileira não permite o uso de carros a diesel no país. A família de argentinos o estava usando para percorrer o nosso país e nos deixar com vontade de ter um carro a diesel, super econômico!





O dia passou rápido e logo chegou a noite. Fui dormir cedo após cozinhar um macarrão instantâneo com linguiça defumada. Acompanhado com torradas fica uma delícia! Na manhã seguinte preparei o café. Agora o meu destino era Angra dos Reis, onde pegaria uma barca para Ilha Grande. Como era final de semana,  o Marcão disse que tinha uma barca para a Vila do Abraão ás 13:30 horas. Assim, eu precisava pedalar com uma média boa para chegar em Angra no horário de pegar a barca.
Bike pronta, dei num até logo para os novos amigos que eu reveria em Ilha Grande e, pneus na estrada!

Tirei praticamente tudo o que estava carregando no bagageiro dianteiro, pois já o ouvira estalar no dia anterior e constatei que ele se quebrara. Soltara as soldas, portanto se amarasse bem alguma coisa ainda daria para usa-lo com as devidas reservas. Mantive apenas alguma coisa mais leve sobre ele.



A Vila Histórica de Mambucaba fica num buraco. Para sair pedalando com a bike pesada e chegar á rodovia é duro, mas é um excelente aquecimento. É um subidão de dar gosto!!!


Mais paisagens litorâneas de tirar o fôlego!













Usina Nuclear de Angra dos Reis.








Percebi neste último dia de pedaladas que estava com um pouco de dor nas costas e a minha coxa esquerda apresentava cãibras leves. Parece até que o corpo sabia que se tratava dos derradeiros Km!

Lembrei-me que, antes de operar da coluna, quando as dores nas costas pegavam forte, a perna esquerda era a que mais se ressentia.
Mas, graças a Deus, sabia agora tratar-se apenas de cansaço por tantos Km pedalados.






Olhem a cor da água! Que lindo!








Fazenda Grataú, um charme!














Estamos no caminho!




Angra dos Reis!




Coincidência: Esta placa indica um cliente da empresa onde trabalhei por 19 anos. O mais interessante é que fui eu quem treinou o pessoal desse cliente a se utilizar dos sistemas.




Como não conhecia onde ficava o porto e o pier de embarque da barca ou barcos para a Vila do Abraão, em Ilha Grande, saí perguntando para um e para outro até que cheguei na plataforma de embarque, onde uma enorme barca já estava embarcando os passageiros. A minha passagem custou R$ 4,20 e a da bike R$ 4,70.

Agora seriam 1:20 h apreciando o mar, as ilhotas, as aves, até que chegássemos á Ilha.

A Mentika foi presa num pilar da Barca. O mar estava um pouco agitado, prenunciando chuva, portanto deixar a bike solta seria um risco.

Encontrei o Marcão na Barca, juntamente com a família de argentinos. Eles saíram bem mais tarde, pois estavam de carro. Na estrada procuraram por mim e não me viram. Pensaram que eu mudara os planos e fora para outro lugar. Acho que eles devem ter passado por mim exatamente no momento em que parei num Posto de Combustíveis para tomar um café e me reabastecer de água. Demorei um pouco no posto, pois várias pessoas vieram me entrevistar para saber de onde eu vinha e para onde ia.

Marcão, os argentinos e eu iríamos todos para o mesmo Camping na Ilha.
















Olha o Antigão navegando para variar. 
Afinal só pedalar não dá né?!



Uma hora e vinte depois a Vila do Abraão se aproxima ( Ou a barca se aproxima da Ilha? Como queira!).






Essa é a Barca da Barcas S/A que nos trouxe para a Ilha. 
Só tem uma barca por dia. Há outras opções de barcos, 
porém bem mais caros.


Chegamos na Ilha passava das 15 horas e estávamos todos com fome. Deixamos as nossas coisas no Camping e saímos para almoçar. O Marcão nos indicou um restaurante com comida boa e ótimo preço. Comi filé de peixe. Que delícia!

A charmosa igreja católica da Vila do Abraão.





O Camping onde ficamos. Recomendo pelo bom preço, segurança, simpatia dos administradores
 e ótimas acomodações.








Oí eu na janela! Ao fundo as duas jovens que fazem parte da família de argentinos que mencionei anteriormente.





A Ilha é muito bacana, com centenas de trilhas. É o paraíso para aqueles que gostam de fazer trilhas. 
Mesmo no inverno brasileiro, a Vila do Abraão estava repleta de turistas, principalmente estrangeiros. Vale a pena conhecer e desfrutar deste local tão gostoso e cheio de charme.

Paisagens da Ilha.




































Passei três dias maravilhosos na Ilha. Aproveitei para descansar e jogar conversa fora. Juntávamos, o Marcão, o Baiano e eu, fazíamos uma vaquinha para a compra dos ingredientes e preparávamos deliciosos almoços e jantares na cozinha comunitária do Camping. Apenas uma noite saímos para comer pizza.

Fiz muitas amizades legais, brasileiros e não brasileiros.  Mas, sempre chega o dia de partir e esse dia chegou. 08/08/2012.
Levantei cedo, desmontei tudo, despedi-me de todos, peguei a Barca das 10 h e parti, cheio de saudades, para Angra dos Reis.

Na rodoviária comprei a passagem para o ônibus das 15 horas. Como ainda não era meio dia, saí pedalando em busca de uma farmácia, pois precisava comprar um medicamento que acabara. Estava pedalando por uma avenida de Angra quando avistei ao longe um casal que acenava insistentemente. Ah, mas qual não foi a minha surpresa em reencontrar Pamella e Felipe! Eles haviam chegado a Angra e estavam de partida para Ilha Grande, onde fariam uma palestra sobre seu projeto e cicloturismo em geral. Batemos um papo rápido e nos despedimos.

Na rodoviária fui alertado pelo pessoal do guichê de passagens que eu precisava embalar a bike para o transporte. Lá fui eu atrás de uma loja que vendesse sacos de 100 L para lixo. Pergunta daqui, pergunta dali e acabaram me informando uma loja de material de limpeza, pois nos mercados só encontrava sacos pequenos e frágeis.
Voltei para a rodoviária, desmontei a bike e a embalei nos sacos pretos e reforçados que comprara minutos antes.
Tudo pronto, tomei um lanche na própria rodoviária. Faltavam poucos minutos para as 15 horas quando o ônibus  encostou. Não exigiram nota fiscal da bike, embora eu estivesse com o recibo em mãos. Um ônibus semi-leito saiu lotado. Apenas três lugares vazios.

De Ilha Grande, Vila do Abraão ficou a saudade e o trabalho em areia do artista.



Cheguei em São Paulo, Terminal Rodoviário do Tietê, por volta das 22:30 horas. Pedalar até em casa a essa hora? Não! Apanhei um taxi, que conseguiu colocar a bike no porta-malas, com o banco rebatido. O taxista cobrou apenas uma taxa de R$ 12,00 para o transporte da bike e eu paguei pelo taxímetro.

E assim, terminei mais uma deliciosa aventura. 
Recomendo a todos os cicloturistas, quer brasileiros, quer estrangeiros, que façam esse itinerário. É muito legal e emocionante. Palavras e fotos não são capazes de descrever toda a beleza dessa aventura. Para aqueles que não gostam de acampar em barracas, existe um ótima infra-estrutura de hotéis e pousadas ao longo do trajeto. Exceção apenas à Estrada do Despraiado, que nesse caso deve ser vencida num único dia e o pouso pode ser feito na cidade de Pedro de Toledo-SP.

Agradeço a Deus por ter me permitido fazer essa cicloviagem e poder compartilha-la com todos os que nos leem. 

Agradeço a todos(as) que cooperaram comigo, aos que me acompanharam, tornando possível a realização de mais esse pedal maravilhoso.

Foram 714 Km pedalados ao longo de 18 dias, embora não tenha pedalado todos os dias.

Algumas baixas foram registradas:


  1. Lanterna Cateye Vista Light perdida.
  2. Cubo dianteiro quebrado.
  3. Câmbio dianteiro desregulado.
  4. Bagageiro dianteiro quebrado.


Referências:


Camping Pousada Usina Velha - Ubatuba - SP:
http://www.campingusinavelha.com.br/

Camping CCB em Paraty-RJ:
http://www.macamp.com.br/_Campings/RJ-Paraty-CCB.htm

Camping Guaiacamping em Mambucaba-RJ:
http://www.oocities.org/br/guaiacamping/

Barcas S/A - Angra dos Reis - RJ:
http://www.grupoccr.com.br/barcas/linhas-horarios-tarifas/#!/ilha-grande

Camping Alfa Camping - Ilha Grande - RJ:
http://www.ilhagrande.org/alfacamping

Empresa de ônibus Reunidas Paulista:
http://www.reunidaspaulista.com.br/

Abraços do...



Antigão.

7 comentários:

elton disse...

hola, Antigão!
belo relato, hein?
fico me imaginando morando perto duma região dessas kkkkk acho que não ia dar certo hehehehe...
E os ex-problemas de saúde?? tudo resolvido?? sem sequelas? pronto para o MS?
abraços,
Elton Xamã

Mário Trindade disse...

Eu diria hiper-deliciosa viagem, espectacular.

Waldson Gutierres (Antigão) disse...

Obrigado, gente!

Olha Elton, dizer que ficou zerado, igual Papai do Céu fez seria mentir descaradamente. De vez em quando, principalmente se pego peso, dói bastante. Aí, uma pomadinha aqui, um comprimido acolá, deixa tudo bem.
Acho que o importante é não se entregar e manter-se em constante atividade, dentro das próprias limitações.

E o MS que me aguarde!

Grande abraço!

Gilmar Doistempos disse...

Parabens e obrigado Waldson.

Sua atitude positiva diante da vida influenciará
muitos jovens e já maduros a aproveitarem esse
tipo de turismo.

Até a proxima aventura ;)

[]s

Elvandro Brito disse...

Mais uma vez Parabéns!
Tenho lido os seus relatos e criei coragem e comprei uma bike, apesar das criticas dos familiares.
Conheço um pouco do litoral e gosto muito das paisagens (Ubatuba, Trindade, Paraty).
Que DEUS lhe proteja e abençoe em todos os seus momentos, para que vc possa mais vezes nos brindar com relatos de suas viagens.
E se DEUS permitir quem sabe possamos nos encontrar pelo litoral.
Abraço.
Brito.

Fábio Almeida disse...

Que maravilha, mestre. Pelo jeito, fechou com chave de outro. Algumas de suas passagens por Ubatuba e Parati eu conhecia, mas me deu uma baita vontade de rever e conhecer a Ilha Grande! Mais uma vez, parabéns pela viagem! Grande abraço do amigo!

OBSERVATORIO DA INTERNET disse...

No meu caso acho que inveja não seria um sentimento ruim .. quem sabe um dia consigo repetir sua viajem que considerei maravilhosa assim como os seus relatos daria um excelente livro , obrigado por compartilhar esse viagem comigo ..conheço grande parte deste litoral e parece até que sinto o cheiro da maresia quando leio os seus relatos espero que outras venham .. sorte d muita saude para pedalar por ai