terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Bicicletas viram artigo de cobiça dos assaltantes em São Paulo



Por quê será que no Brasil tudo "cresce" ao avesso? Eu explico: Todos nós amantes da bicicleta temos incentivado mais pessoas a aderirem à bike. Seja para competições, cicloturismo, trilhas ou mesmo passeios de laser de fim de semana, temos observado o crescente número de adeptos ao ciclismo.  
Todos ficamos muito felizes ao ver pessoas antes sedentárias atualmente pedalando nas ruas, parques e estradas de São Paulo. Porém, ah, porém a notícia, publicada no Jornal Hoje de 24/01/2014  (CLIQUE AQUI PARA LERnos deixa de cabelo em pé.
Atualmente nós proprietários de bikes, ainda que simples bikes montadas para laser e esporte, temos que pegar ônibus ou colocar a bike sobre o teto do carro e buscar lugares mais distantes, contudo mais seguros para pedalar.
Algumas cidades do Estado já se tornaram famosas pela quantidade de bikes roubadas, mas mesmo assim, pouca coisa ou quase nada se tem visto partindo do Poder Público para oferecer mais segurança aos ciclistas. Até pouco tempo atrás era apenas o trânsito que ameaçava as nossas vidas. Agora, além do trânsito, temos também os bandidos armados de facas e revólveres pondo em alto risco a vida de quem pedala.

Assim não dá né!

Abraços do... 


10 comentários:

Manuel Ferrao disse...

Depois de procurar montar uma bicicleta que atenda nossas necessidades, reais ou imaginárias, devemos descaracteriza-la (a bicicleta) ou torcer para que não desperte a atenção do "amigo do alheio".

joaozinho menininho disse...

Oi Sr. Waldson... tudo bem?

É verdade, essa sensação de insegurança ao sair de bicicleta nos grandes centros em conjunto com a falta de segurança pública e aumento da criminalidade... têm feito repensar os roteiros de passeios ciclísticos, cicloviagens, cicloturismo e locais que escolhemos para pedalar. Afim de evitar ou diminuir a chance de ser abordado por uma ladrão, tenho até mesmo não pedalado em alguns horários e locais específicos que demonstram históricos de assaltos através de relatos de ciclistas!!!

Cicloabraços
Joaozinho

Jaime Nascimento disse...

Tá difícil gente, muito difícil!!!

Gilmar Doistempos disse...

Até ano passado vivi anestesiado em Praia Grande SP (moro lá a mais de 30 anos) sem perceber a explosao da marginalidade. Trabalhei 3 semanas na rua Jarumas, uma rua de classe media e meu campo de visao limitava-se a 15m e mesmo assim vi 5 assaltos, uma com mao
armada. O pior de tudo é que meliantes eram menores, a maioria criancas de 10 a 14 anos. Pescando na praia ja' tinha sido abordado por pivetes que me perguntaram se minhas varas eram de carbono, por sorte apenas uma. Na epoca nao tinha consciencia de que estava sendo sondado pra um assalto (afinal eram apenas criancas) e o pior, nem turista sou. Os trajes e equipamentos caros e vistosos sao um convite pro assalto. O roubo/furto nao é nada perto de um ferimento, fruto de ato violento de um meliante armado. As autoridades nada farao, afinal pivete nao tem passaporte pra entrar nos locais onde a aristocracia exercita seu lazer. Sobra pra classe media e agora, até pra baixa a funcao de pagar a conta da crise (moral mais que economica) que alimenta o crime nas periferias. Infelizmente pra se praticar um hobby ou lazer tem que se definir o local e o horario. Por exemplo, pesca noturna na vila Mirim em Praia Grande/SP é assalto na certa. []s ;)

Gilmar Doistempos disse...

Pra se praticar um hobby ou qualquer atividade de lazer, voce primeiro tem que conhecer o lugar pra onde vai e os horarios que pode frequentar e evite estar só.

As "autoridades" nada farao porque os pivetes e meliantes nao tem passaporte pra entrar nos locais que a aristocracia frequenta.

Sobra pra classe media e agora até pra classe baixa, pagar a conta da crise moral que alimenta o crime nas periferias das cidades.

Em Praia Grande/SP a criminalidade explodiu, em 3 semanas trabalhando na rua Jarumas, testemunhei 5 cenas violentas. Destas 4 foram assaltos, um a mao armada. Todos por menores, a maioria pivetes.

[]s ;)

Waldson Gutierres disse...

Há poucos anos atrás cheguei a pintar uma bike de preto fosco, a fim de desviar a atenção dos ladrões. Montou a bike? Não cole adesivos que a façam reconher a marca e modelo!

Waldson Gutierres disse...

Temos que pedir ao Papai do Céu que nos guarde e procurarmos agir com prudência escolhendo lugares menos perigosos para pedalar. É o cúmulo mas como vivemos na terra de ninguém nada mais podemos fazer.

Waldson Gutierres disse...

Só Deus por nós Jaime, mais ninguém!

Waldson Gutierres disse...

Olha Gilmar infelizmente o Município de Praia Grande, em São Paulo, há anos detém a fama de mais perigoso do Litoral Sul Paulista.
Francamente eu aconselho às pessoas que me pedem informações cicloturisticas, a pegarem um ônibus em Peruibe até a Rodoviária de Santos, ou vice-versa.
Dá última vez que passei na Ocian se não estivesse frio e chovendo eu teria sido assaltado com certeza. Quando os meliantes me viram eu sentei a bota e quebrei para a ciclovia da Av. Kenedy. Foi tenso.

Gilmar Doistempos disse...

Lamento pelo duplo post, tive um problema de javascript com a captcha e o filtro do NoScript. Por isso repostei, pensei que o primeiro tivesse se perdido.

Waldson, isso que voce relatou da ciclovia da praia em Praia Grande/SP virou rotina, a excessao dos trechos (Guilhermina ao forte mais o Caicara) que tem seguranca da PM mais frequente, o unico bairro que vi os pivetes serem abordados com firmeza, foi no Florida que é um bairro frequentado por militares. Nao vejo suspeitos a vontade naquele trecho, nos demais é comum, principalmente no comeco do anoitecer.

Ainda bem que voce conseguiu se safar sem problemas.

Infelizmente, hoje, ter um bem vistoso em lugar publico desprotegido é ser chamariz para assaltos.

Agora uma dica pra quem usa cadeados, procurem ter 2 tipos de cadeados:
um duro (marcas Pado,Papaiz) e um mole (marca Brasil).

Na mesma gloriosa Praia Grande/SP deixei 3 bicicletas presas na praia, na linha da agua, com 2 cadeados (um duro e um mole) e fomos fazer uma caminhada de 1h pela beira da praia.

Na volta as bicicletas tinham "andado" da beira da praia para o calcadao e o cadeado mole (marca Brasil) nos livrou de perder as 3 bikes.

O cadeado duro quebrou com a pancada da marreta e o mole dobrou, mas nao cedeu.

Os meliantes tiveram a cara de pau de dizer para as pessoas que observavam eles quebrando os cadeados, que eles perderam as chaves tomando banho no mar. E eles so'se evadiram ao perceber a aproximacao da viatura da PM. Por fim tive que serrar o cadeado Brasil e minha bike caicara ficou com o quadro amassado até seu fim.

O ardil dos meliantes passou da conta, eles já deixam as marretas escondidas nos canteiros da praia pra fazer uso quando uma bicicleta estiver facil.

[]s :)