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sábado, 9 de abril de 2016

Reedição - Montando uma bike de cicloturismo com pouco dinheiro

Reeditamos este artigo com valores atualizados em abril/2016.
O objetivo deste artigo é mostrar que podemos montar uma bicicleta razoável para cicloturismo sem ter que importar uma bicicleta de marca renomada, e desembolsar uma pequena fortuna.
Outrossim, ao montar uma bicicleta para cicloturismo, as peças podem ser compradas aos poucos, de acordo com a disponibilidade financeira do cicloturista.

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Há tempos observo a dificuldade que nós brasileiros, em sua maioria, temos para comprar uma bicicleta destinada ao cicloturismo.
Primeiro que não temos uma marca nacional específica para esse fim. Até alguns anos atrás a Caloi tinha o modelo City Tour, mas saiu de linha. Segundo que a importação, como dissemos acima, fica uma pequena fortuna.


Caloi City Tour, atualmente fora de linha.





Existem alguns modelos de bicicletas prontas, importadas, vendidas no mercado nacional, que podem ser adaptadas, mas normalmente os quadros não oferecem suporte para bagageiro, para-lamas e dois suportes para caramanholas.

Um quadro nacional que eu usei por muito tempo em minhas cicloviagens, que suporta todos os itens acima é o Gios Rally USA. Um quadro que se presta muito bem para cicloviagens, que pode ser visto em www.giosbr.com.br O tamanho do quadro pesquisado foi o 18, mas convém ao cicloturista verificar o tamanho exato do quadro para a sua necessidade. Isso é importante para que não adquira um quadro com tamanho incompatível com a sua altura e venha a sofrer dores lombares, cervicais ou em outras partes do corpo. Você pode ver o tamanho do quadro que mais se adapta ás suas medidas, clicando AQUI.


(Foto extraída do site da Gios BR)

Para o meu objetivo usarei esse quadro como referência, embora não tenha nenhuma ligação com o fabricante ou representante do mesmo. Apenas porque a experiência com esse quadro foi excelente, durante 5 anos de uso.

Há outras marcas de quadro disponíveis no mercado. O importante é verificar se os mesmos possuem os olhais para prender para-lamas e bagageiro. Caso contrário, será necessário prender esses acessórios com abraçadeiras-borracha, as quais podem ser encontradas em lojas destinadas a produtos hidráulicos.


No link a seguir há um quadro aparentemente muito bom também, com preço bem acessível: http://www.ciadopedal.com.br/quadros/4488-quadro-26-aluminio-gtw-heiland.html



Abraçadeiras Borracha.


Assim, fiz uma pesquisa de preços em várias lojas virtuais. 

Valores pesquisados em abril de 2016. 

Quadro Gios Rally USA tamanho 18, R$ 366,00

Grupo Shimano Mtb 27v Acera M390 Freio Disco Mecanico




  1. Maçaneta BL-M421
  2. Pinças BR-TX805
  3. Corrente CN-HG53 114 elos
  4. Cassete CS-HG20 - 11/34D Marron
  5. Pedivela Shimano acera FC-M391 - 175MM - 22/32/44D
  6. Movimento Central BB-ES25 - 126MM
  7. Cambio Dianteiro Shimano Acera M390 Duall Pull
  8. Cambio Traseiro Shimano Acera M390
  9. Alavanca Shimano Acera M390 9v
  10. Par de Cubos RM35 36furos
R$ 969,00 No Mercado Livre (sem frete).
Obs.: Essa relação de engrenagens, contendo uma coroa com 22 dentes e uma engrenagem do cassete contento 34 dentes, torna a bicicleta bem leve nas subidas de serras, principalmente quando a bicicleta estiver carregada.
  1. Garfo Rígido Alumínio FIB (disco e V-Brake) R$ 99,00 Ou...Suspensão RST Gila com trava, 100 mm, R$ 412,40
  2. Aros Vzan Aero 36 Furos R$ 50,00 (O par)
  3. Raios Inox (72 peças) R$ 30,00
  4. Pneus Kenda Kwest, 26 X 1,5. R$ 117,80 (O par).
  5. Câmara de ar 26" Kenda R$ 30,00 (O par).
  6. Mesa (avanço) Promax  R$ 50,00
  7. Guidão Kalloy 24,5 mm com rise de 1 polegada R$ 41,90
  8. Canote GTS 27,2 mm c/carrinho R$ 36,00
  9. Selim Velo Plush Confort R$ 91,00
  10. Pedais GTS plataforma R$ 54,00 (O par).
O valor total pesquisado é: Com garfo rígido R$ 1.934,70 e com Suspensão R$ 2.248,10.

Não é de maneira nenhuma um valor alto para uma bicicleta de cicloturismo. Lógico que ainda faltarão o bagageiro, os suportes para caramanhola, manoplas de guidão, espelho retrovisor, farol e lanternas, bomba de encher pneu, algumas ferramentas,  isso para a bicicleta, e capacete e luvas para o cicloturista.

No futuro, o cicloturista poderá adquirir um par de alforjes, para o transporte da tralha e, se quiser acampar, barraca, colchonete e saco de dormir.
Quanto aos alforjes,  recomendo os da Pedarilhos, cujo site você pode acessar no topo direito deste Blog. Eu uso o Alto Estilo 60 litros. São excelentes, com muito espaço para se fazer longas viagens sossegado. Aproveite e compre também as capas impermeáveis dos alforjes, pra protegê-los das chuvas.
No que tange à barraca, pode-se comprar uma Aztek, também encontrada no site da Pedarilhos, ou uma Falcon 2, da Náutika. Eu, particularmente, uso uma Falcon 2, mas devo admitir que a resistência às chuvas é bem menor do que as Aztek. No meu caso, faço uma impermeabilização periódica na minha Falcon 2.
Veja em Impermeabilização de barraca.


Barraca Nepal Aztek 2 pessoas.




Barraca Falcon 2 da Nautika.





Alforjes Alto Estilo 60L

Colchonete/Isolante térmico auto inflável


Eu, particularmente, uso um isolante térmico aluminizado sob o colchonete auto-inflável. O Meu colchonete auto-inflável é da Guepardo, mas eu não o recomendo, pois vazou com pouco tempo de uso e eu tive que colar com cola Amazonas.



Isolante térmico aluminizado.




O saco de dormir, para as temperaturas brasileiras, recomendo o Nautika Micron, pois tem um bom custo X benefício e é muito leve. Apenas 600 gr.




Nota: Na Loja do Onde Pedalar.com há um bagageiro com preço acessível e muito bom. Sei porque já tive um desse modelo. Serve para quadros 26" e 29". Segundo o pessoal do site, que por sinal também são cicloturistas, o bagageiro foi testado com 40 Kg e passou no teste. 
R$ 159,00


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Essa pesquisa é apenas para dar uma ideia de bicicleta ao futuro cicloturista. Com certeza eu teria confiança suficiente para cicloviajar com a bicicleta fundamentada no setup acima por longos dias e distâncias.

Por outro lado, você pode pesquisar sites com classificados e comprar peças usadas e de boa qualidade por preços bem acessíveis. Em 2008, quando montei a minha primeira bike de cicloturismo e passava por um momento de crise financeira, não hesitei em comprar um par de câmbios Shimano usados para por em minha bicicleta. Com eles fiz longas e prazerosas cicloviagens.

Um ótimo e recomendável site de classificados é o setor de classificados do www.pedal.com.br. Lá é possível encontrar peças de boa qualidade com preços bem acessíveis.

O importante é ter uma bike confiável para pegar a estrada. Mas, o prazer de cicloviajar está no conjunto de fatores e não necessariamente na marca da bicicleta que se está usando no momento.


Cicloturismo com quadro Rally USA.
São Paulo-Cananéia a Ilha Grande-RJ.
714 Km pedalados.


O mesmo quadro Rally em 2008.


No proximo artigo falaremos dos cuidados a serem tomados com Saco de dormir, Barraca e Colchonete/Isolante térmico.


Um grande cicloabraço do...





quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O batismo e as modificações de minha bike estradeira.


Olás,


Neste ano de 2011 aprouve a Deus permitir-me o exercício da paciência e da fé. Dizem que a esperança é a última que morre. Eu diria que é a penúltima, pois uma vez morta a esperança, despenca e morre o ser humano que sobre ela se debruçava.

Mãos postas

Assim, fundamentado na fé que tenho no Criador, que tudo ouve, que tudo vê, que tudo sabe, mesmo atravessando esse momento de recuperação pós cirúrgico, vou mexendo com minha bike estradeira, preparando-a para as próximas ciclo-viagens. A Bíblia diz “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã” Salmos 30:5.

Desde que montei a minha bike estradeira, em junho de 2010 (Veja aqui), embora tenha pensado bastante no assunto, não encontrei um nome apropriado pelo qual eu poderia chama-la. Há mais ou menos um mês atrás encontrei o nome apropriado: Mentika. Mas, porque Mentika?

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Embora de pele clara, sou afro-descendente. Minha avó materna era negra e se chamava Clementina Camargo. Eu a chamava carinhosamente de vó Mentika. A vó Mentika foi a melhor avó que uma pessoa possa ter. Mesmo tendo falecido quando eu tinha apenas 10 anos, aprendi com ela muita coisa sobre a Natureza e sua relação com os seres humanos. Minha avó Mentika amava a Natureza! Vivia livre como um pássaro no sítio de sua propriedade, de onde tirava o sustento para a sua casa. No sítio, além de aves, animais e pomares, tinha um pequeno apiário, com aproximadamente 10 colmeias. Minha avó entrava lá sem nenhuma proteção, conversando com as abelhas. Nunca soube que ela fora picada por alguma delas.
Assim, resolvi homenageá-la dando o nome de Mentika a essa bike que sempre me trás grande prazer no contato com a Natureza.

Bom, a estradeira, digo Mentika, sofreu algumas mudanças nesses últimos meses.

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Retirei as as rodas 700c e instalei rodas da Rígida, com pneus CST Copperhead 26 X 2.0 visando absorver melhor os impactos provocados á minha coluna lombar e cervical. Seguindo este mesmo princípio, adicionei também uma suspensão RST Gila 100 mm, com trava e ajuste de pré-carga, coisa que a minha Manitou não tinha. A suspensão de 100 mm, substituindo o garfo rígido, trouxe algum peso a mais, contudo tornou a bike bem mais macia e levantou ainda mais o guidão, oferecendo muito mais conforto nas ciclo-viagens.

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Enrolei o guidão com fita de guidão, substituindo a espuma que já estava toda suja e rachada.

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Creio que muitos podem se perguntar porque a suspensão branca. A ideia era trocar também o quadro, para um Rally branco perolizado, mas por ora, devido aos altos gastos que estou tendo com remédios e outras coisitas mais, vou deixar mais para o futuro essa aquisição. Esse quadro já está comigo há mais de três anos, e não apresenta qualquer trinca ou outro problema que me force a trocá-lo imediatamente.
Fiz uma adaptação para prender o bagageiro dianteiro junto com a furação do para-lama.

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As abraçadeiras borracha mais uma vez foram utilíssimas para fixar os para-lamas na suspensão, haja vista que não há suporte próprio para para-lamas nesse tipo de suspensão. Agradeço ao amigo biker Luciano Ramos que as descobriu e indicou há muito tempo atrás!

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Como eu já tinha instalado o bagageiro traseiro “home made” (Veja aqui), cuidei da iluminação ativa traseira, fixando um suporte que fiz com chapa de aço,  para duas lanternas Vista Light Cateye LD 170.

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Com a lanterna Cateye do capacete, a iluminação traseira ativa fica assim:

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Normalmente, em viagens, uso essas lanternas no modo piscante.
Na frente ainda vou instalar o ciclo computador e o meu farol Q-Lite de 8 Leds que, por ora, está atendendo ás minhas necessidades de iluminação dianteira.

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Todas essas modificações, exceto a fita de guidão, nada me custaram pois eu já tinha todas as peças em casa. A suspensão comprei com o dinheiro que peguei na minha Manitou, portanto o investimento foi quase nulo. As peças que retirei por ocasião dessa mudança ficam á minha disposição para quando eu quiser voltar a usar as rodas 700c.

Bom, bike pronta, agora é só aguardar a vontade do Pai. Acredito que no início de 2012 Ele diga para o meu médico: “Pode liberar o Antigão!”
Aí será só treinar novamente para pegar a estrada e dividir com vocês as novas aventuras.

Veja também "A nova Mentika" minha atual configuração de bike estradeira:

Cliquei AQUI.

Deus é fiel!

Grande abraço do…

Antigão

domingo, 23 de outubro de 2011

Faça você mesmo o seu bagageiro traseiro para cicloturismo. Dicas.


Olá pessoal.

Um dos grandes problemas dos cicloturistas brasileiros é a falta de acessórios nacionais para cicloturismo.
O bagageiro é um dos itens mais importantes no cicloturismo. Tudo carregamos sobre ele: Alforjes carregados, colchonete, saco de dormir, barraca e outros apetrechos.
No mercado brasileiro encontramos alguns modelos de bagageiros destinados ao cicloturismo, normalmente confeccionados em alumínio, que além te ter um grande histórico de quebras, são limitados ao transporte de no máximo 25 Kg de carga.
Há tempos eu vinha pensando em fugir desses bagageiros e confeccionar o meu próprio bagageiro em aço, mais resistente e mais confiável. Em 2009 usei um bagageiro de aço, desses bem baratinhos, para fazer um ciclotur com destino ao Rio de Janeiro. Notei que o bagageiro seria o ideal, caso fosse um pouco mais longo, pois por vezes bati os calcanhares nos alforges.
A base foi este bagageiro em aço, vendido baratinho em qualquer bicicletaria de bairro. Normalmente são zincados.
Esses bagageiros, embora sejam bem reforçados, possuem apenas 30 cm de comprimento, enquanto os bagageiros para cicloturismo têm em média 38 a 40 cm.

<KENOX S860  / Samsung S860>

Este foi o que eu usei em 2009 e que agora será usado como “extensão” neste projeto.

Lanterna3

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Então o que eu precisava fazer seria emendar o bagageiro para torná-lo mais longo e ao mesmo tempo reforçá-lo um pouco mais. O ideal foi comprar um outro idêntico por R$ 15,00 e de dois fazer um com as medidas, reforços e adaptações necessárias.
Peguei então o bagageiro antigo e serrei 8 cm da parte traseira do mesmo, junto com as hastes, as quais seriam usadas como reforço e proteção para que os alforges não toquem as rodas.

<KENOX S860  / Samsung S860>

<KENOX S860  / Samsung S860>

Sobreponha a extenção sobre o bagageiro A e serre os ferrinhos laterais, que ficarão mais compridos, de maneira que as pontas dos ferros do bagageiro A e da extenção se encontrem certinhos para a soldagem.

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Após dobrar as hastes da extensão, encoste-a no bagageiro A e serre as sobras, ou solde a parte de cima primeiro para depois serrar as sobras, como queira.
Se usa freio a disco, faça a dobra abaixo (lado esquerdo) de maneira que a haste não toque na pinça de freio. Após essa dobra, peça para o soldador reforçar com solda no local da dobra, evitando possíveis quebras em locais de fissuras quase imperceptíveis.

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Uma vez soldado, o bagageiro ficará assim:

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Reforços nas hastes originais e na parte que foi dobrada:

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As hastes que prendem o bagageiro á parte de cima do quadro deverá ser ajustada de acordo com o quadro em que o mesmo será instalado. Pode-se prendê-lo á blocagemn do selim, no caso de quadros que não ofereçam suporte para bagageiros. Ou essas hastes devem ser dobradas até alcançarem a furação no quadro, como foi feito no meu caso. Para tanto, será necessário prender o bagageiro á morsa e ir curvando, acertando as pontas até ficar na medida desejada.

O preparo para a pintura deve ser feito com lixa 80, removendo toda a parte “cromada / zindada”, borras de solda, etc. Se ficar alguma rebarba de solda, esta deve ser removida com uma lima antes de lixar

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Duas a tres demãos de fundo cinza em spray irão deixa-lo pronto para o acabamento final.

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Deixei para aplicar o preto fosco somente no dia seguinte. Também umas duas a três demãos.

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O bagageiro ficou com 38 cm. Muito parecido com o Wencum, em alumínio.
Agora vamos ver as fotos do bagageiro instalado.

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Sugiro que a instalação  seja efetuada com parafusos padronizados em aço, do tipo Allen. Isso é importante, pois em viagens basta levar um jogo de chaves Allen e você pode efetuar os mais diversos reparos em sua bike.

Na foto abaixo a haste do bagageiro não encosta na pinça do freio a disco.

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Observe que, com os alforges montados, há  distância  sufiente para que os calcanhares não resvalem nos mesmos, no momento da pedalada.

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Entre o selim e o alforge ainda sobrou espaço para a barraca, ou o colchonete, ou saco de dormir, ou qualquer outra tralha que precisemos levar. Smiley piscando

Não vou por os preços, pois eu tinha a maioria das ferramentas e materiais. Ademais, o soldador é um amigo e me cobrou bem baratinho. Mas qualquer oficina de funilaria pode efetuar esse serviço de solda por um valor bem pequeno. Não é nessessário se utilizar de solda Mig / Tig, que são caríssimas.

Obs.: Quando troquei de Alforge, usando um mais longo, notei que os 17 cm propostos ficaram curtos, de maneira que o alforge tendia a ir para dentro da roda. Assim, sugiro que aumentem essa medida para uns 28 cm, ou meça antes a altura do seu alforge, para então definir a medida exata do comprimento dessa haste.

E, plagiando um bagageiro Wencun que possuo, reforcei-o, conforme se pode ver na linha em vermelho da imagem abaixo.




Ou, para ficar melhor ainda, como na foto abaixo.



Na parte traseira ainda irei instalar a iluminação, destinada a segurança.

Ferramentas usadas:
  • Um arco de serra.
  • Uma morsa nro. 3.
  • Uma lima chata.
  • Um martelo.
Meterial:
  • Dois bagageiros.
  • Solda oxi-acetileno.
  • Uma folha de lixa 80 (para ferro).
  • Um spray de primer cinza para fundo.
  • Um spray de preto fosco para acabamento.

Quem sabe você também gostaria de ver ... "Instalando bagageiro dianteiro Tranz-X CD 220" 
Ou ... "Montei minha nova Estradeira - Partes de I a IV"

Grande abraço do…

Antigão