sábado, 15 de junho de 2013

Dobrável para cicloturismo - Final das implementações.


Desde o início do ano de 2013 venho fazendo implementações na minha bicicleta dobrável, a fim de deixá-la o mais seguro e confiável possível para fazer cicloviagens  longas.

Já publiquei aqui no Blog vários artigos tratando desse assunto, inclusive com fotos e sugestões. 

(Para ler o artigo em questão, clique AQUI.)

Na semana passada troquei os pneus, dianteiro e traseiro, por pneus mais largos. Na roda traseira um Schwalbe Marathon 1.75 (que ganhei de um amigo cicloturista) e na roda dianteira um Maxxis 1.85. A vantagem deste pneu Grifter é o fato de agarrar no piso mesmo em todos os ângulos, pois é usado para manobras radicais. 
Os para-lamas foram removidos em função dessa mudança, tornando a dobrável com ares de "off Road". Os pneus mais largos deixaram a bike mais confortável e mais confiável, principalmente nos dias de chuva. Os pneus antigos, Kenda 1.50 sclick, derrapavam com facilidade.






Nesta semana troquei o câmbio por um modelo Altus da Shimano, compatível com 8 velocidades e cassete Mega-Range.






Essa mudança levantou o câmbio alguns bons centímetros, já que o câmbio anterior (um TX 51) estava muito próximo do chão. Na foto acima ainda parece baixo, porque a foto foi tirada de cima para baixo, o que produz uma certa ilusão de ótica.


Para finalizar as implementações, estou negociando a compra de um par de pedais dobráveis em alumínio e futuramente pretendo trocar as coroas do pedivela para 50/34 dentes. Atualmente está com 53/39. Exceto o pedal de plástico que eu acho muito fraco, essa mudança não é estritamente necessária, já que dá para rodar bem com as coroas 53/39.
A ideia da troca da coroa veio de uma amiga, também cicloturista, e chamou a minha atenção. Realmente a bikezinha irá subir até em paredes com coroa de 34 e cassete de 34! A coroa maior, de 53 dentes, sobra nas engrenagens menores (14D)

Por ora, como estou proibido pela cardiologista de pedalar, fiz apenas uns 2 ou 3 Km depois da mudança do câmbio traseiro, apenas para testar o engate das marchas.
Se Deus quiser, terça-feira, dia 18, voltarei ao consultório médico e ficarei sabendo quando poderei voltar a pedalar, nem que seja bem devagar, apenas para manter-me saudável. Para quem está acostumado a pedalar, ficar totalmente parado faz mais mal do que o exercício em si.

Estou com um projeto de cicloturismo para o Centro Oeste, mas devo aguardar o posicionamento da cardiologista sobre o meu caso (Isquemia Miocárdica)O cicloturismo não é um evento tão impactante, se mantivermos uma média baixa e empurrarmos a bike nas subidas mais fortes.

Até lá, vamos nos contentando com as lembranças.








"Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam
e a prova das coisas que se não vêem."
– Hebreus 11:1

Abraços do...