Mostrando postagens com marcador dobrável para cicloturismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dobrável para cicloturismo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de novembro de 2015

5 Razões para se cicloviajar com uma bicicleta dobrável.



A combinação de duas coisas legais - ciclismo e viagem - pode se tornar a coisa mais prazerosa do mundo! Viajar com uma bicicleta tem muitas vantagens. É uma grande tendência mundial, hoje em dia,  os viajantes levarem consigo uma bicicleta, além de sua bagagem.
Mas neste artigo, gostaríamos de ter uma visão em particular, cicloviajando com uma bicicleta dobrável. 
Por que você deve escolher uma bicicleta dobrável ao invés uma bicicleta normal? Abaixo está a lista de 5 boas razões :
  1. Você pode guardar a bicicleta com segurança: Com uma bicicleta de tamanho grande, você certamente não obterá autorização para traze-la para dentro do quarto do hotel, pousada, albergue, etc. Terá que deixá-la trancada do lado de fora, no quintal, garagem, etc. Nesse caso, o risco de ter sua bicicleta roubada é realmente alto. Mas uma bicicleta dobrável pode ser facilmente dobrada em um tamanho pequeno e poderá permanecer no seu próprio quarto. Obviamente, é muito mais seguro lá, ao seu lado que em qualquer outro lugar.
  2. Você pode sair para explorar os arredores com facilidade: Em vez de andar em turnê, com trajetos previamente traçados por terceiros, você tem  poder para ir mais rápido e mais longe. É super fácil pegar sua bicicleta dobrável, montar e explorar muitos lugares interessantes. Você também tem maiores chances de explorar locais menos conhecidos que outros viajantes. Não há nada tão divertido como explorar o seu destino de viagem livremente com uma bicicleta dobrável.
  3. Você pode economizar uma boa grana:  O meios de transporte sempre levam uma grande parte do orçamento da viagem. Em alguns países é extremamente caro usar o serviço de transporte local. É quando uma bicicleta dobrável é definitivamente útil. Ela te permite cortar os custos de aluguel de automóveis ou despesas de transporte público durante a viagem.
  4. Você pode trazê-la consigo sem nenhum problema: Com um design tão compacto e um peso relativamente muito mais leve do que outras bicicletas regulares, uma bicicleta dobrável é facilmente transportados por viajantes para onde quer que vá. Especialmente quando se vai junto com a bike, no interior do meio de  transporte, o espaço ocupado por uma bicicleta dobrável definitivamente faz com que você tenha menos problemas. Normalmente nem é permitido transportar uma bicicleta grande no interior do transporte público, exceto nos bagageiros.
  5. Você viaja e ao mesmo tempo faz exercício cardio respiratório: Um viajante normal não tem tempo para trabalhar seu corpo fisicamente enquanto viaja. Mas viajar com uma bicicleta dobrável torna isso muito mais fácil. O ciclismo é uma ótima forma de exercício físico. Se você é uma pessoa alegre e ativa, viajar com uma bicicleta dobrável será uma experiência incrível. Experimente! Mesmo que você não tenha familiaridade com viagem sobre rodas.
Texto traduzido e adaptado do: Folding Bike Guru - 
http://www.foldingbikeguru.com/5-reasons-travel-folding-bike/


Certa feita desci a Serra, com destino a cidade de Bertioga, com a minha bicicleta dobrável. Passei a noite na cidade e na manhã seguinte cheguei à Rodoviária uma hora antes do embarque que faria para São Paulo.
Comecei  a retirar alforjes, barraca, colchonete, etc. do bagageiro da bikezinha, preparando-a para o embarque, enquanto algumas pessoas me observavam atentamente. Tirei tudo, dobrei a bike e fiquei a espera do ônibus. Foi quando uma moça que me observava se aproximou e disse: 
- Nossa, estou observando o senhor ajeitar a sua tralha e dobrar a sua bike! Nem parece aquela bicicleta carregada que chegou aqui!
E passou a me perguntar tudo sobre a bike dobrável, marca, modelo, como faria para comprar uma e por aí afora.
Para vocês verem que as dobráveis são ótimas em todos os aspectos.

Um grande cicloabraço do...




sábado, 13 de dezembro de 2014

Mudanças na Nanika (bicicleta dobrável)!


Olás amigos e amigas!

É, parece que estamos chegando ao final do ano. O mês de dezembro, não sei se devido ao período de festas, acaba passando rapidinho e logo se chega ao mês de janeiro do próximo ano. Como eu espero cicloviajar no próximo ano, já estou promovendo algumas mudanças na Nanika, minha bicicleta dobrável de cicloturismo.




Cheguei a comentar em posts anteriores e mesmo no Facebook que eu iria instalar um freio a disco na roda traseira da Nanika. Para tanto eu teria que soldar um adaptador no quadro, haja vista que o quadro em sua configuração original, como é hoje, não suporte esse tipo de freio.
No início do ano eu estava realmente motivado a fazer essa mudança, mas a medida que o tempo foi passando eu fui amadurecendo a ideia e concluí que não seria tão imprescindível tal alteração.
Há uns dias atrás, ainda na dúvida se faria a mudança ou não, encontrei um amigo e assim que eu o coloquei a par dos meus planos ele sugeriu que eu não o fizesse. Argumentou que eu iria descaracterizar o quadro da bike e ainda correria o risco de ter problemas caso a adaptação não ficasse boa. Ademais, acrescentaria um peso desnecessário á bike.
Ora, se eu já estava em dúvidas, a partir daquele momento resolvi não fazer a mudança. Eu iria instalar um freio a disco mecânico completo, Avid, modelo BB5, com discos de 160 mm, que eu tenho guardado.

Bom, como minha Nanika tem freios V-Brake genéricos, originais da Soul, resolvi então partir para um V-Brake da famosa marca Shimano.
Assim, sai um V-Brake genérico e entra um Shimano Deore LX. Os manetes eu já tinha, também da marca Shimano. Aproveitei também para trocar os cabos. O freio ficou macio, mas com uma frenagem bastante precisa. Valeu a pena a mudança.
O fato de poder trocar apenas os refis das pastilhas nesse modelo de freio é muito legal. Facilita também no transporte de pastilhas sobressalentes para o caso de longas cicloviagens, pois ocupam um espaço mínimo e são bem leves.




A outra mudança foi no selim. Sai um Brooks Flyer, com molas e entra um Kuruma vazado e em gel. Neste caso não gastei absolutamente nada, pois já tinha o Kuruma guardado.
Sei que muitos leitores vão ficar intrigados com essa mudança, pois parece mais um "downgrade". Ocorre que, como fiquei meses sem pedalar e emagreci bastante durante o período de abstinência, o Books que fora amaciado quando eu tinha uns 12 Kg a mais, agora está me machucando. Meus ísquios estão sofrendo bastante.





Ora, já tenho que me preocupar com as dores musculares, uma vez que fiquei muito tempo ausente dos pedais, acrescentar mais dores aos ísquios não está legal! Melhor é voltar para um selim mais macio, vazado e com gel até que o corpo volte à forma novamente. No futuro, quando a musculatura estiver supimpa, voltaremos com o Brooks que, uma vez amaciado, é uma delícia para pedalar grandes distâncias.


Uma vez procedidas as mudanças, só nos resta agora aguardar o ano vindouro para que possamos retornar às cicloviagens por esse mundo afora.
Espero em Deus que a minha coluna lombar dê uma trégua em 2015, pois em 2014 ela resolveu  me atazanar.

Um grande cicloabraço do ...



domingo, 3 de novembro de 2013

Pedal da Primavera - De São Paulo a Florianópolis - Final

Objetivo do dia e dia seguinte: 

Dormir em Balneário Camboriú.t

Chegar ao destino final, Florianópolis.


________________________________________________________

(Clique na foto para ampliar)

Chegamos em Balneário Camboriú, SC.

Como eu disse anteriormente, chegamos sob uma chuva fina e perene, obviamente estávamos sujos, cansados e molhados até os ossos! Mas, felizes!

Na esquina da Avenida 3300 lá estava o grande amigo e anfitrião Roberto Kist, sorrindo, com sua filmadora na mão, à nossa espera. Alguns minutos antes eu ligara para ele e o posicionara sobre onde estávamos.
O Roberto fizera uma reserva no Hotel Gracher Praia para nós. Ele pensara em tudo. Havia até uma autorização para levarmos as bikes para o quarto, no 6º andar.
Conversamos um pouco, fizemos as apresentações, pois eu ainda não o conhecia pessoalmente, embora seja um fã incondicional das cicloviagens do Grupo Pedaladas, (http://www.pedaladas.com.br/) do qual ele faz parte. Subimos para o 6º andar, pois precisávamos muito de um banho quente e roupas secas.


Fotos tiradas da janela do quarto do hotel. Observe que ainda cai um chuva fina.





Enquanto o Emerson tomava banho, mesmo sob a garoa, ainda arrisquei caminhar duas quadras para conhecer a orla da praia de Balneário Camboriú, mas como chovia e já era noite, não levei a máquina fotográfica.

Havíamos marcado com o pessoal do Grupo Pedaladas, comer umas pizzas na Pizza Bis, de propriedade do amigo Roberto Kist. Quando fores a Balneário Camboriú, SC, não deixe de se programar para comer uma ou mais - não dá para comer uma só! - pizzas no Pizza Bis. Um ambiente familiar, de muito bom gosto, ótimo chopp e excelentes pizzas.

Na foto, da esquerda para a direita, Antigão, Fernando Cotta, sua filha que está escondida atrás do pai, sua esposa, Roberto Kist, Emerson e Marcelo. O Fernando, Roberto, Rodrigo e o Marcelo fazem parte do grupo Pedaladas.



Confesso que comi muita pizza e tomei alguns chopps, os quais me deixaram de olhos amortecidos. Mas estávamos em festa, pois há anos converso como todo esse pessoal maravilhoso e não os conhecia pessoalmente, exceto o Marcelo, que conhecia de longa data. O Roberto, assim como os demais amigos que nos receberam em suas casas, é um sujeito formidável. Pena que o Rodrigo, também membro do Grupo Pedaladas, não pode estar presente devido aos seus afazeres como professor de academia. Grande abraço Rodrigo, ainda no conheceremos pessoalmente se Deus quiser.

Fui presenteado com uma linda camisa do Grupo Pedaladas, a qual irei usar com muito orgulho.






Após o lauto jantar, despedi-mo-nos do pessoal e fomos para o hotel, pois precisávamos levantar cedo no dia seguinte e continuar a agradável aventura para o destino final, Florianópolis.

Durante a noite, não obstante eu levara minha caixa de medicamentos, nem lembrei das dores na coxa esquerda e não tomei um relaxante muscular, como deveria ter feito.

Na manhã seguinte, após um suculento café, saímos em direção a BR - 101. Pô, estar em B. Camboriú e pegar uma rodovia pesada?! Por que não seguir pela Interpraias? Decidimos unanimamente em seguir pela Interpraias. Não chovia e o dia estava bonito e agradável.


Olhem só o que nos esperava:





Lógico que eu empurrei a bike nas quatro grande subidas, né! O Emerson subiu todas elas pedalando. Como dizia o finado Chico Anísio: "Cabra bom, queria ter um parceiro assim!"
Contudo, apesar das subidas, o visual é de arrepiar! Um show de verde, de praias lindas, uma estrada sossegada, acertamos na mosca termos ido por lá.


















Olhem só o calçado nos pés! Isso mesmo, Havaianas. Meu tênis e minha sandália
 papete estavam molhadas, portanto...























A pedra rachada, muito interessante.






Ops, BR 101! Agora é socar a bota!




E assim, após enchermos os nossos olhos com o colírio da Natureza, chegamos à BR 101.

A pedalada ganhou mais velocidade, contudo minha coxa esquerda começou a doer. A princípio eram dores leves, mas foi ficando mais forte à medida que ganhávamos terreno em direção à Floripa.
Como disse o Emerson, eu estava pedalando como um Saci, pois procurava forçar mais a perna direita e menos a esquerda para poupá-la e podermos chegar em Floripa numa boa.






Com esse belo acostamento e "puxado" pelo vácuo dos caminhões, a bike voa!
















Paramos num pequeno restaurante para tomar um lanche e, acreditem, foi a primeira vez que eu comprei uma garrafa d'água em toda a cicloviagem. Toda a água consumida foi colhida nas torneiras de empresas de boa vontade. E olhem, não houve quem se negasse a encher as nossas caramanholas.
Aproveitamos a ocasião para nos lambuzarmos de protetor solar, pois enfim, o sol estava rachando mamonas!





Bora até Porto Alegre? Não, fica para a próxima vez! 
A próxima será de Floripa até POA, se Deus quiser!




A BR 101 é uma bela rodovia. Para cicloviajar, do ponto de vista da estrada é muito boa, mas do ponto de vista da Natureza é uma barulheira só. Muitas carretas seguindo para o Sul do Brasil, fazendo uma zuada terrível!

Logo entramos pelo Estreito e seguimos em direção à ponte, que liga a Ilha ao Continente. No Estreito, Bairro de Florianópolis, lembrei das várias visitas profissionais que fiz à Floripa. Várias vezes estive na Cidade,  inclusive no ano que conheci o Marcelo, do Grupo Pedaladas, pessoalmente.



Floripa, como toda cidade grande, tem os motoristas que adoram tirar fininha dos ciclistas, principalmente os ônibus! O Emerson comentou que talvez eles façam estágio em São Paulo para se habilitar, pois as atitudes são iguais em relação às bicicletas: finas, fechadas e tudo aquilo que nós paulistanos já estamos habituados no dia-a-dia. Mas tudo bem, quem nasceu para ser prego nunca chega a parafuso, dizia um amigo meu.

Depois de um pouco de ciclovia á beira mar... eis que surge a velha e bela ponte! Pena que ainda não a reformaram para disponibilizar às visitas públicas. Por ora continua interditada à visitação.



Passamos por baixo da velha ponte, chegamos na ponte nova e cadê a ciclovia na ponte? O Emerson já tinha passado quando avistei a entrada da ciclovia, gritei para ele voltar e entrei na rampa, á direita. Ocorre que eu estava com marcha pesada, então a roda da frente bateu na entrada, meu pé escapou do pedal esquerdo e o danado veio direto no meu tornozelo e canela! Quando pulei para não cair o pedal direito veio direto para minha perna direita. Agora eu tinha dores na coxa direita, um tornozelo inchado e tudo doído, caramba, miséria pouca é bobagem!!!





Sob a ponte, dava vontade de pular no mar para amenizar quem sabe um pouco as dores.



Passamos pela lateral do túnel, como nos ensinara o Fabio Almeida e outros e seguimos em direção ao Campeche, Sul da Ilha. O Fábio Almeida, companheiro de pedais, ora morando em Florianópolis, seria nosso anfitrião, portanto, seguíamos em direção á sua casa.



Vira daqui, pergunta dali, consulta o GPS e acabamos por chegar á casa do Fábio. Aliás, ele estava chegando e nos achou.





Da esquerda para a direita, Gabriela, namorada do Fábio,
 o Fábio, o véio Antigão e o Emerson Lacerda.




O Emerson dando uma de gaúcho, tomando chimarrão.




Foi uma noite de churrasco e umas geladinhas. 
Antigão pilotando a churrasqueira.



O Fábio e a Gabi dispensam comentários como anfitriões: Perfeitos! Embora eu e o Fábio já nos conhecíamos e pedalamos juntos, a recepção em sua casa foi por demais calorosa. Espero estar a altura de retribuir a todos esses amigos que nos recepcionaram em suas casas, se um dia resolverem vir para Sampa, seja para pedalar conosco ou não. No meu coração e nas minhas modestas orações, com certeza sempre haverá um lugar para cada um deles!



Quando eu entrei para o cicloturismo nunca pensei que conheceria tanta gente boa. Não consegui amigos, mas sim irmãos! Até as pessoas que nos recepcionam nas pousadas, campings, parece que dispensam um tratamento diferenciado para nós cicloturistas! É fantástico!

É, a viagem foi ótima, as recepções nota dez, mas chegou a manhã seguinte e a hora de ir embora. Chegamos a ir a praia, que fica a poucos metros da casa do Fábio, mas estava uma ventania e o mar muito bravo. Apenas tiramos algumas fotos e retornamos para casa.





A tarde o Fábio nos levou de carro até o Terminal Rodoviário de Floripa para que pudéssemos comprar as passagens de volta. Compramos com partida para pouco depois das 22 horas.
Pouco antes da partida o Fábio nos levou ao terminal, era hora do nosso retorno para São Paulo.






Aproximadamente 12 horas depois desembarcamos no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Minha velha cacunda não aguentava mais ficar tantas horas sentado.

Coincidentemente, lado a lado a empresa que nos levou, Cometa e a que nos trouxe de volta, Catarinense.




A nossa despedida no Terminal Rodoviário, depois de vários dias pedalando juntos.




Ainda pedalei uns 18 Km para chegar em casa. 



Como meu ciclocomputador apagou no dia da chuva, após fazer algumas contas e me basear no GPS do Emerson, parece que pedalei 501 Km nessa cicloviagem.
Foi uma das melhores cicloviagens que já fiz (a gente sempre fala isso, né?!).

Não houve baixas significativas, além das canelas machucadas e do pezinho da bike quebrado. 99,9% da cicloviagem foi só alegria, e muita alegria!

Agradeço a Deus, nosso Pai, por me permitir mais esses momentos de prazer e aventura ao lado de pessoas tão agradáveis.
Não tenho como agradecer ao Emerson, super parceiro, exemplo de simplicidade, garra e determinação. Aprendi muito com ele. Outras virão, se Deus quiser!

Faço minhas as palavras do Emerson, que dizem: "Fica aqui nosso agradecimento ao Lulis, seu Genaro, Sandro Martins, Sr. Heil, Roberto Kist, Marcelo, Fernando Cotta, Fábio Almeida e Gabriela Grimm e à todos que nos ajudaram nesta empreita. Que Deus esteja sempre com vocês os protegendo e guiando, com saúde e felicidade e este é meu desejo de coração".

Agradecemos também as empresas Viação Cometa e Viação Catarinense pelo ótimo atendimento e profissionalismo a nós dispensados. Essas são verdadeiramente Empresas amigas dos cicloturistas.