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domingo, 25 de novembro de 2012

Visita a Salesópolis - Um ótimo passeio.

Ciclotur saindo da Zona Leste de São Paulo (Vila Antonieta) até Salesópolis. Volta de Salesópolis até Mogi das Cruzes e trem CPTM até Estação Tatuapé. Tatuapé até em casa. Total do pedal: 154,730 Km.

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Enquanto não sai a segunda parte da cicloviagem para a Ilha do Mél, a qual estou escrevendo, ontem, sábado 24/11/2012, resolvi fazer um ciclotur até Salesópolis, SP. Eu precisava ir até lá parar conhecer o Camping Portal e a Sra. Ruth, pois faz parte de um projeto para janeiro de 2013.
Sendo assim, por que não fazê-lo saindo de bike e pedalando até lá? Foi o que fiz, unir o útil ao agradabilíssimo.

Não saí cedo. Levantei por volta das 6 horas da manhã e só comecei a pedalar ás 7:50.
A manhã estava fresca e agradável e o movimento de veículos nas ruas era ínfimo.


Av. Inconfidência Mineira, SP.




Estava debaixo do Viaduto Alberto Brada, pois não sou tão louco a ponto de pedalar pela Av. Aricanduva, quando um ônibus elétrico parou ao meu lado no semáforo. O motorista deu uma buzinada e abriu a porta dianteira.
- Vai rápido, hein! Disse ele. E completou perguntando se a bike tinha motor.
Respondi-lhe sorrindo que o motor estava nas pernas.
Disse ele que vinha me acompanhando desde o Terminal Carrão. Ele me passava, parava no ponto para embarcar ou desembarcar passageiros e eu o ultrapassava. E assim chegamos até o Terminal Aricanduva, que fica sob o viaduto.
Perguntou para onde eu ia. Salesópolis, respondi. Gritou admirado para o cobrador "Ele vai para Salesópolis, fulano!"
Foi legal. A gente nem percebe que está sendo observado, né?!
Desejou-me boa viagem e nos despedimos quando o semáforo abriu para nós.
Gente boa!



Marginal do Tietê.




Assim que passei neste local, lembrei quando fomos o Maurício Kamal, Fábio Tux e eu para Guararema e o cubo dianteiro da minha bike estourou exatamente neste lugar. Desta vez não houve surpresas desagradáveis, graças a Deus!




Entrada do Parque Ecológico do Tietê, início da ciclovia que me deixará em São Miguel, sem pegar a Rod. Airton Senna que agora não tem mais acostamento até a saída para a Jacú-Pêssego.







Assim que entramos na ciclovia, o Sombra e eu, lembrei da música do Caetano Veloso: " ♫ Pedalando contra o vento, ♪ sem lenço e com documento, ♫ num sol de quase dezembro. Eu vou! ♫" As adaptações á letra ficam por minha conta, hehehe. 
Foi difícil pedalar, mas eu ainda estava descansado, portanto consegui chegar ao fim da ciclovia, de mais ou menos 10 Km, numa boa.


Parada no Posto do Km 30 da Airton Senna, como de praxe.




O gadinho tão perto da cidade grande.

Opa, Mogi das Cruzes! Logo estaremos lá.



Tá faltando pneus? Aqui tem de sobra!



Mogi Dutra. Agora é subir, subir e subir até chegar em Mogi. Haja pernas!



Só de sair do movimento e olhar para este verde ao lado e ao longe já dá um ânimo danado de pedalar.
Parece até que no meio do silêncio a gente ouve o pulmão bater palmas.



Foto Cacetada! Tente subir na bike antes da máquina disparar, mas foi inútil, ahahahah!





Fim das subidas. Mogi das Cruzes lá embaixo.



Parei para tomar um lanche rápido e toquei o pedal, agora em direção a 
Biritiba Mirim e Salesópolis.




Na ciclovia, digo calombos e buracovia, tem gente muito mal educada. Imaginem se nós deixássemos nossas bikes jogadas no meio da rua, impedindo a passagem dos veículos! Essas pessoas gostam de exigir que "os outros" cumpram as leis e as normas, mas eles mesmos não dão a mínima para elas. Fica aqui o meu protesto contra este estado de coisas.





Cadê o resto da estátua Antigão?



Tá aqui!!! Não tinha ângulo para bater a foto.





Agora na SP-88. Até Biritiba Mirim é um  plano só. Depois vem algumas subidinhas.




O sol ardido deu uma trégua. Parece que vai chover, mas mesmo assim tá melhor para pedalar.



Aqui já no Município de Salesópolis, olha só o charme dos pontos de ônibus ao longo da estrada!



O plaquinha adorável! Veio em boa hora, pois meus joelhos estão doendo um pouco.


Visão legal da estrada. A SP-88 até Salesópolis é um tapete.





Cadê a água da represa? Quatro meses de estiagem e a água foi embora. 
Agora começa as chuvas e ela volta.


Após 102 Km de pedal, cheguei ao meu destino!



A Mentika também quer sair na foto, afinal foi ela que me trouxe até aqui, né?



Bom, voltei alguns metros e fui ao encontro do pessoal do Camping do Portal. Eu ainda não os conhecia pessoalmente, mas os amigos cicloturistas Valdec e Emerson Lacerda já tinha falado com os proprietários a meus respeito.
Encontrei Dna. Ruth, uma senhora simpaticíssima! Seu filho também estava lá. Seu esposo não estava, mas falei com ele pelo telefone.
Passei uma hora e meia conversando com Dna. Ruth e ficaria mais um dia inteiro, dada a simpatia dessa senhora. Foi realmente um papo muito agradável.
Ela está praticamente montando o Camping e futuramente uma pousada, mas já dá para acampar lá numa boa. Fica ao lado do Portal, das duas fotos acima. Tem um banheiro grande, completo e uma cozinha comunitária. Também é possível alugar a barraca com colchonete e roupa de cama.
Os telefones para contato com a Dna. Ruth são: (11) 974006246, operadora Vivo e (11) 952036703.

Olhem as vistas do local:

Imagine a sua barraca montada neste local com este visual. Muitos pássaros, um local show para quem quer sossego.






E tem mais! Daqui dá para sair para fazer a Estrada da Petrobrás e fica próximo da represa, para quem gosta de pescar.

Nossa, conversa vai, conversa vem e são quase 17:30! Tenho que socar a bota até Mogi das Cruzes para pegar o trem!
A SP-88 só tem um inconveniente: De Mogi até o trevo da Estrada do Nagao, uns 4 Km, não tem acostamento. Tudo o que eu não queria era pegar esse trecho no escuro da noite, assim pé no pedal Antigão!!!

Despedi-me de Dna, Ruth, seu filho e aquele visual maravilhoso e caí na Estrada, de volta á Mogi das Cruzes.


Hum, ainda falta um bocadim de estrada e tá garoando levemente. Melhor para pedalar.



Visão da Represa na volta.




Rio Tietê em Salesópolis. Água bem limpa.




Interessante que já estive no outro extremo do Tietê, em Anhembi, SP e lá dá para beber da água do rio tranquilamente. Anhembi está há 320 Km distante de Salesópolis.


Foto do Rio Tietê em Anhembi, SP, tira em Janeiro de 2012.




Tô chegando!...



Depois de Biritiba Mirim, com o céu nublado devido a garoa fraca e o car da noite, acendi meu pisca dianteiro e lanterna do capacete. No trecho sem acostamento acendi todas as lanternas traseiras (mais duas com pisca intermitente). Seguro morreu de velho!
Com duas horas de pedal, 7:30 cheguei na Rodoviária, que fica ao lado da Estação Estudantes da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
Comi uns bolinhos, tomei um refri e peguei o trem das 20 horas para o Tatuapé.



Mentika já está acostumada a passear de trem.



Cheguei no Tatuapé! Esta é a Av. Radial Leste, por volta das 21:30 horas. Se olhar bem verá uma ciclovia pintada em vermelho. Está me levará até a Av. Conselheiro Carrão e mais uns Kms estarei em casa. Dna Fátima já preparou o jantar "da hora!" e está a minha espera. Tchau meus amigos, estou cansado e com fome!




Total pedalado no dia: 154,730 Km.
Nenhum incidente, graças a Deus.
Agradeço a Deus por mais esta oportunidade.
Assim que entrei em casa e guardei a Mentika, a chuva caiu torrencialmente. Eh Papai do Céu, muito obrigado por esperar eu entrar em casa!

Obrigado pela sua visita e,

Abraços do amigo...



sábado, 26 de maio de 2012

Antigão no Litoral Norte – Ilhabela 1º dia.

 

Diz o dito popular que “a fé remove montanhas”. Permitam-me discordar dessa máxima. Na minha modesta opinião “o exercício da fé remove montanhas”. O Apóstolo Paulo numa de suas epístolas bíblicas afirma que a fé sem obras é morta, corroborando a minha modesta opinião.

Mas, afinal, o que isso tem a ver com cicloturismo? Ocorre que depois de todos os problemas de saúde que tive no ano passado e no início deste, eu precisava exercitar a minha fé, retornando ás cicloviagens. E assim o fiz na madrugada do dia 20/05/2012, lançando-me numa empreitada de aproximadamente 200 Km.

Confesso que a minha meta era fazer 150 Km num único dia, mas, felizmente não foi possível. No relato nós iremos descobrir porque o felizmente se coloca tão bem nessa cicloviagem.

Objetivo: Sair da Zona Leste de São Paulo, onde moro, pedalar até a Estação Tatuapé da CPTM, embarcar no trem com a bike e chegar até Mogi das Cruzes, SP. De lá, chegar até Ilhabela,SP, passando pelos municípios de Biritiba Mirim, Salesópolis, Paraibuna, Caraguatatuba e São Sebastião.

Os mapas das duas fazes, antes e depois do trem e as altimetrias mostram o que tive que encarar.

Mapa_fase1

Mapa_fase2

Altimetrias:

Altimetria Mogi-Rod. Tamoios

Altimetria Mogi-Rod. Tamoios2

Acordar ás 4 da matina com o frio que fazia em São Paulo não foi muito fácil. Por mais que gostemos da prática do cicloturismo a cama quentinha e aconchegante parece ter garras de urso pardo nessas horas! Como sói acontecer minha mente dizia: Vamos, Antigão! Mas o meu corpo se recusava a aceitar o pedido. Nessa luta de titãs deu resultado psicossomático! Para mim venceu a razão, mas para muitos venceu a loucura!

Como a bike já estava praticamente pronta da noite anterior, restou-me os preparativos de última hora e pedal na avenida!

Ás 4:47 da manhã lá vai o Antigão para mais uma aventura!

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A gente olha as pessoas que precisam sair aquela hora da manha, todas encapotadas nos pontos de ônibus e parece que lemos os seus pensamentos. O que esse véio doido esta fazendo de bike a essa hora?

Passava um pouco das 5:30, depois de pedalar 10 Km, quando cheguei a estação Tatuapé. Embarquei e próximo das 7 horas desci na Estação Estudantes, em Mogi das Cruzes. Ainda estava frio e nessa região mais próxima á natureza o vento sopra mais gelado.

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Logo que peguei a SP-088 fui ultrapassado por muitos bikers de speed que acenavam em comprimento, outros me desejavam boa viagem e alguns pedalavam ao meu lado para prosear um pouco. Pessoal muito bacana, simpaticíssimos.

Á frente parei num posto para tirar um pouco da roupa de frio e olha só que beleza! Dezenas bikes e amigos se preparando para o pedal de domingo!

O pessoal olhou a bike para mim, enquanto eu ia ao banheiro.

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Estrada apetitosa para pedalar, mas mesmo assim me contive e fui devagar, pois sabia que há muito não pedalava tantos Km num só dia, portanto tinha que me poupar para chegar bem ao meu destino.

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Biritiba Mirim chegou!

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Faltavam uns 20 Km para Salesópolis e uma linda cena me chamou a atenção! O grande pelotão de Speeds!

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Foi muito legal vê-los todos concentrados em suas velocidades. Quando cheguei a Salesópolis, mais esporadicamente ainda tinha um pessoal pedalando, desgarrado do pelotão principal.

A Mentika, carregada como um camelo, corta lenta, mas bravamente o asfalto da SP-088.

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Casa simples e bonita á beira da estrada.

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A placa que todo ciclista gosta.

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Se falhar os freios, pára dentro da represa, hehehe.

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Cheguei em Salesópolis. Daqui para a frente em termos de altimetria será puxado. O teste começa daqui para frente.

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Curiosamente estava tirando as fotos quando um biker se aproximou. Vi quando ele estava abrindo um grande portão de ferro. Tratava-se do Valdeque, um cicloturista que fora a Salesópolis para descer a Estrada da Petrobras, mas infelizmente teve uns problemas de saúde e acabou desistindo. Paramos numa padaria e tomamos um lanche enquanto falávamos do nosso assunto predileto: Ciclotur e bikes, hahaha!

Estávamos tomando nosso lanche quando chegou mais um grupo de bikers. Estavam indo para Paraibuna, oriundos de Ribeirão Pires,SP. Iriam por estradas de terra.

A hora do lanche, só bikes!

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Enfim, nos despedimos e continuei na estrada

Posteriormente, soube que o Valdeque e o amigo que o acompanhava desceram a Serra da Tamoios e curtiram Caraguatatuba numa boa. Parabéns á dupla de cicloturistas!

Passei numa Loja de conveniências dum posto de combustíveis e peguei um isotônico, já que não tinha na padaria.

Ô plaquinha que judia do cliclista!

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Uma subida aqui, outra acolá, as pernas já sentindo um pouco a falta de treino, o longo período de abstinência, mas cheguei a Cachoeira da Porteira Preta.

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A Natureza veio me recepcionar!

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Descansei um pouco ao lado da cachoeira, comprei uma garrafa de água e saí para encarar as subidas que sabia viriam pela frente.

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Confesso, quando cheguei nessa entrada para a Nascente do Rio Tietê eu já estava pregado. Eu perguntava para o Papai do Céu para que subir tanto se teria que descer depois.

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A mariposa estava girando feito “mariposa tonta”

á beira da estrada.

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O estradão visto por uma bike.

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Nessas alturas até o Sombra estava cansado e já sem forças.

Fiquei imaginando quantas vezes incentivamos os novatos, ou pretendentes a cicloturistas, afirmando-lhes que para fazer cicloturismo não é necessário treinamento. Claro que é! Meus músculos das pernas e coxas que o digam!

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Quase 16:30 horas. Já estava fazendo frio de novo. Nas subidas eu transpirava e nas descidas devido o vento frio me sentia incomodado. cheguei ao Bairro do Cedro, em Paraibuna. Apenas 8 Km me separavam do Trevo da Rodovia dos Tamoios. Mas, confesso: Estava só o pó!

Comi um salgado, comprei água e perguntei se havia por ali algum Camping ou Pousada, já sabendo da resposta. Não! Quatro e meia, até chegar na Serra seria umas cinco e meia, não, não dava para arriscar descer no escuro. Estava conversando com o dono da lanchonete quando um senhor que tomava uma cerveja me falou sobre o Rancho do Tico. É uma pousada que fica entre o Trevo e a Serra. Agradeci a informação e pensei que em último caso eu pediria para armar a barraca nas proximidades

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Bom, ficar ali batendo pago não iria adiantar nada. Melhor era pegar a estrada novamente e encarar as últimas subidas, agora mais leves, até o Trevo. Vesti uma camiseta de manga comprida, uma calça fina de agasalho e caí na estrada novamente.

Meus ouvidos ficavam atentos, querendo o mais breve ouvir o ruído dos carros e caminhões na Rodovia dos Tamoios.

Já nos primeiros Km fiquei admirando uma espécie de gado que consegue pastar inclinado. Deve ser gado montês, hehehe!

Se você chegar no açougue e ver um mocotó menor que o outro, já sabe de onde vieram.

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O cair da tarde é lindo! Parece que pedalando fica mais bonito ainda!

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Opa, som de carros e caminhões! Enfim estou chegando no Trevo!!! Aguenta aí pernas!

Nesse momento o prazer e a felicidade supera todas dores musculares.

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Mais uns 5 Km de pedal pela Rodovia dos Tamoios e cheguei ao Rancho do Tico.

Fui excelentemente atendido por Dna. Rose, a proprietária. Negociei com ela uma meia diária num chalé. R$ 45,00 com café da manhã estava ótimo!

O chalé com TV, frigobar, roupa de banho e cama, muito limpo e aconchegante. Coloquei a bike para dentro e fui tomar um banho quente.

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Depois do banho quente, desci uma escada íngreme para o restaurante. O cheiro gostoso  de comida mexia com o meu estômago combalido.

Caramba, foi duro descer as escadas! As pernas se recusavam a dar mais um passo! Só mesmo uma boa janta me motivava a andar mais um pouco!

O Cozinheiro é o Mineiro, um sujeito super bacana!

Vocês estão servidos?

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Bom, gente, assim terminou esse dia com 101 Km pedalados.

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Amanhã cedo recomeçamos o pedal em direção a Ilhabela.

Inté!

Antigão